22 julho 2009

THE DOORS



Daqui Ninguém Sai Vivo
Jim Morrison, Assírio & Alvim, Colecção Rei Lagarto, 1994
Jim Morrison estava no bom caminho para se tornar um herói mítico ainda em vida - ele era, poucos o contestarão, uma lenda viva. A sua morte, envolta em mistério e numa especulação contínua, completou a consagração, assegurando-lhe um lugar no panteão dos artistas dilacerados e talentosos, que sentiram demasiadamente a vida para conseguirem vivê-la: Arthur Rimbaud, Charles Baudelaire, Lenny Bruce, Dylan Thomas, James Dean, Jimi Hendrix e outros. Este livro não impele nem afasta o mito Morrison. É simplesmente uma recordação de que Jim Morrison (e os Doors) não são apenas uma lenda; a lenda está, de facto, fundada. Algumas vezes o conteúdo deste livro está em nítido conflito com o mito, algumas vezes é indistinguível dele. Assim era o homem.

Jim Morrison: Para lá dos Doors
Hervé Muller, Colecção Rock On #1, Centelha, Coimbra 1983
Morrison tinha conhecido em Paris Hervé Muller, um jornalista de uma revista rock, e era um dos seus melhores amigos em Paris, Morrison foi levado para casa de Muller numa noite em que foi expulso do Circus por mau comportamento devido a um estado alcoolizado típico de Morrison. Um fan dos Doors conheceu-o no passeio do Circus, e levou-o a pernoitar em casa de Muller. Tornaram-se então bons amigos. Para além de Muller, o único amigo de Jim em Paris era o já referido Alain Ronay, uma amizade que já vinha dos Estados Unidos. Alain Ronay foi a última pessoa para além de Pamela a conviver com Jim horas antes da sua morte.

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